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E seremos a geração que... morreu sem realizar o que queimava no coração dela?


“E seremos a geração que dança. E seremos a geração que canta.” E daí? Grande coisa. Vamos ser honestos, quem sonhava com isso. Eu não. Sei lá, mas eu sonhava com algo tipo missões, ganhar almas, marcar minha geração, morrer pelo evangelho. Pode me chamar de José se quiser, o sonhador, não me importo, pois não coloco muito valor na palavra, ou melhor, critica de alguém que depois de muitos anos ainda está tentando pular como um coelho nas conferências realizando seu sonho de ser a geração que canta e dança. Deus me livre!


Eu acho que a coisa que mais me irrita hoje, além do lixo sendo pregado nos púlpitos, é que foi isso que nós vendemos para uma geração; uma geração que está agora casada, barriguda, e que nem dança mais, pois tem medo de enfartar. Caraca, o que aconteceu? Onde nós erramos? Era tanto potencial e disposição e agora é “comunhão na casa de Fulano”. Quando era para nós enviarmos eles, nós seguramos, pois queríamos o grupo maior da cidade. Eles queriam ser missionários, então ensinávamos umas peças, pintaram seus rostos e os levaram para a praça mais perto para que pudessem ser completamente humilhados e nunca falar de missões de novo. Só pra saber, “Aquilo era missões?”. E agora tem entrado uma nova geração e nós estamos cometendo os mesmos erros e pecados.


Quando olhamos para os jovens da igreja, é obvio que temos falhado em capturar seus corações e imaginações. Nós temos falhado em dar a eles uma razão de viver, uma causa pelo que dar as suas vidas. Nós temos falhado em mostrar algo a eles tão importante que vale a pena morrer por ele.Quando você olha nos seus olhos não há fogo, não há vida. Vida para eles é quatro horas na frente do computador batendo papo com seus amigos virtuais. Mas eles não têm nada que queima no coração deles, que faz eles sair da cama na manha, que possuí eles. Eles não têm nada pra que viver e bem menos nada pelo que morrer.Nós falávamos para eles que Deus queria os usar e depois os fechamos em prédios com bandas, pizza e luzes coloridas para gastar a noite dançando e cantando enquanto o mundo lá fora está passando fome, morrendo e indo para inferno.


Será que é isso que estávamos referindo quando falávamos que “Deus quer os usar”? Será que não tem mais? E se eles mostram uma preocupação com aqueles fora da “terra protegida”, nós falamos que não são preparados, que sua hora vai chegar. Por enquanto, é festa e alegria. Pegue mais um pedaço de pizza.Nós falávamos para eles que podiam mudar o mundo enquanto eles nem sabem como mudar as suas próprias vidas. E em vez de confrontar eles na maneira que vive e seus valores, nós mudamos a estrutura da igreja para acomodar eles. Nós criamos “namoro santo” e colocamos “play stations” na sala de oração. Mas, não muito tempo depois, a nossa estrutura não os satisfazia mais. Em vez de treinar eles, nós temos entretido eles. Em vez de desafiar eles, acomodávamos e acabávamos frustrando e perdendo eles, pois a verdade é que não era isso que eles queriam.


Cada geração precisa de uma bandeira pra levantar, uma causa pra abraçar, algo para dar as suas vidas, mas em algum lugar no caminho somente Jesus e salvação não passaram de ser suficientes. Somente alcançando os perdidos parecia de ser algo comum demais. Então, nós começamos falar em milagres e mortos ressuscitando. Nós tentamos criar coisas melhores mais barulhentas, mais animadas, projetos que iam no fim fazer nada mais do que ocupar seu tempo e os fazer pensar que estavam fazendo algo enquanto não estavam realizando nada.


Nós críamos uma geração que canta e dança, mas não faz nada mais do que isso, e eles sabem disso. Ninguém foi enganado e eles ainda estão tentando se descobrir e achar seu propósito, sua razão de viver, e morrer.Preguiçoso, desinteressado, não produtivo: termos que muito bem podem ser usados para descrever essa geração que uma vez tinha esperança em ser usada e marcar o mundo.


Mas, por quê? Por que nós não demos nada pra eles fazerem de verdade. E vamos ser honestos, esperando é ruim. É agora ou nunca. Nós os desafiamos agora, nós os treinamos agora, nós investimos neles agora, ou nós os perdemos para sempre.


• 75% dessa geração estão deixando a igreja para não voltar mais.


Considere isso uma carta de um velho que chora para a juventude, que lamenta tanto potencial perdido, que quer pedir seu perdão.


Jeff

Igreja.


No início, a igreja era um grupo de homens centrados no Cristo vivo.
Então, a igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia.
Depois, chegou à Roma e tornou-se uma instituição.
Em seguida, à Europa e tornou-se uma cultura.
E, finalmente, chegou à América e tornou-se um negócio.
(Richard Halverson)

Desligue a sua tv ou ela acaba com você!


A rede Globo juntamente com a rede Record, vem trabalhando em prol das políticas anti-vida. Parece que concorrem entre elas para ver quem trabalha melhor contra a vida humana e família. Diversas pessoas observaram que a RECORD vinha fazendo propaganda de políticas pró-aborto e que em um dos seus programas, durante esta semana, apresentou um quadro com várias famílias que apóiam seus filhos homossexuais. Quem assistiu presenciou o escárnio diante da fala de pastores e pessoas que defendiam a Palavra de Deus e os princípios cristãos, não acreditaram estar diante de uma tela de TV dirigida por “evangélicos”. A rede Globo que ao longo dos anos vêm trabalhando de forma a inverter valores sociais e agora, declaradamente incitando o ódio de movimentos sociais contra uma pessoa que trabalha para o bem das próprias pessoas que estão homossexuais. É muita injustiça! Nós como cristãos precisamos tomar posições, precisamos manifestar contra todo tipo de coisa que é contrário aos príncipios da palava de Deus. Precisamos voltar a ser protestantes! Participe dessa campanha e pare de dar audiência a esses tipos de emissoras.

Cadê os que se dizem cristãos?

Evangelho.




Sem o evangelho

tudo é inútil e vão;

sem o evangelho

não somos cristãos;

sem o evangelho

toda riqueza é pobreza;
toda sabedoria, loucura diante de Deus;
toda força, fraqueza;
e toda a justiça humana jaz sob a condenação de Deus.

Mas pelo conhecimento do evangelho somos feitos

filhos de Deus,
irmãos de Jesus Cristo,
compatriotas dos santos,
cidadãos do Reino do Céu,
herdeiros de Deus com Jesus Cristo, por meio de quem

os pobres são enriquecidos;
os fracos, fortalecidos;
os néscios, feitos sábios;
os pecadores, justificados;
os solitários, confortados;
os duvidosos, assegurados;
e os escravos, libertados.

O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo o que crê. Assim, tudo o que poderíamos pensar ou desejar deve ser achado somente neste mesmo Jesus Cristo.


Pois ele foi

vendido para nos comprar de volta;
preso para nos libertar;
condenado para nos absolver.

Ele foi

feito maldição para nossa bênção;
ofertado pelo pecado para nossa justificação;
desfigurado para nos tornar belos;

Ele morreu pela nossa vida para que, por seu intermédio,

o furor converta-se em mansidão;
a ira seja apaziguada;
as trevas tornem-se luz;
o temor, reafirmação;
o desprezo seja desprezado;
o débito, cancelado;
o labor, aliviado;
a tristeza convertida em júbilo;
a desdita, em felicidade;
as emboscadas sejam reveladas;
os ataques, atacados;
a violência, rechaçada;
o combate, combatido;
a guerra, guerreada;
a vingança, vingada;
o tormento, atormentado;
o abismo, tragado pelo abismo;
o inferno, trespassado;
a morte, assassinada;
a mortalidade convertida em imortalidade.

Resumindo,

a misericórdia tragou toda a miséria;
e a bondade, toda a infelicidade.

Porque todas essas coisas, que deveriam ser as armas do mal na batalha contra nós, e o aguilhão da morte a nos trespassar, transformam-se em provações que podemos converter em nosso benefício.

Se podemos exultar com o apóstolo, dizendo, Ó inferno, onde está a tua vitória? Ó morte, onde está o teu aguilhão? É porque, pelo Espírito de Cristo prometido aos eleitos, já não somos nós quem vive, mas é Cristo quem vive em nós; e, pelo mesmo Espírito, estamos assentados entre aqueles que estão no céu, de modo que, para nós, o mundo já não conta, mesmo que ainda coexistamos nele; mas em tudo estamos contentados, independentemente de país, lugar, condição, vestimentas, alimento e todas essas coisas.

E, portanto,

somos consolados na tribulação,
nos alegramos no infortúnio,
glorificamos quando vituperados,
temos abundância na pobreza,
somos aquecidos na nudez,
pacientes entre os maus,
vivos na morte.

Eis, em síntese, o que deveríamos buscar em toda a Escritura: conhecer verdadeiramente Jesus Cristo e as riquezas infinitas compreendidas nele, as quais nos são ofertadas nele por Deus, o Pai.(João Calvino).

Porcaria televisiva.


É hora de me ligar, sente na cadeira estou no ar
Invado a sua vida e a destruo devagar
Cultura podre que sacia sua vontade artificial
Com um clique você se torna imoral
Atrapalho a sua identidade com uma ilusão
Pois você vive conforme minha programação
Como o mesmo vilão do filme antigo
Como a traça come o vestido
Sou o devorador de plantão
Tiro o seu tempo atrapalho a sua vida
Mas o mais gostoso é separar sua família
Pois preferem estar comigo do que com você
Você é um escravo! O que vai fazer?
Vai pagar o preço se me der ouvidos
Onde for eu vou contigo
Pois não ouve a batida do seu coração
Ele é tão manobrável sem o menor sinal de reação
Conforme muda a moda, mudo a sua vida
A cada estação você fica sem saída
Com o tempo e sem moral
Sua vontade é um comercial
Engole a seco e aceita
Vivendo a mentira perfeita
Estou ao vivo! O que vai fazer?
Tome cuidado a sua alma você vai perder!





Underground.


Uma cultura? Uma religião? Um modo de vida? Um ideal? Como explicar essa expressão?



“OS DEFORMADOS?
OS SUJOS E DESPREZÍVEIS?
OS INSANOS E LOUCOS?
OS HIVs +?
OS TRANSEXUAIS?
OS ANTI-CRISTO?
OS DIFERENTES E ANORMAIS?
OS SUBHUMANOS?
OS “ SEM DEUS”?


ONDE ESTÃO ???



...CONFINADOS NOS ASILOS DO
PRECONCEITO DE CADA UM.
...GRAVADOS NO CORAÇÃO E NA
MEMÓRIA DE UM DEUS SANTO
E MISERICORDIOSO, QUE UM DIA HÁ DE
JULGAR TODA A TERRA!” (Fábio Ramos de Carvalho)


CONTRACULTURA - A História


Os grupos urbanos se diferenciam pelas formas próprias de se expressarem, pela ideologia político-social, pelas músicas, vestimentas, linguagem, inclinação religiosa (ou anti-religiosa). Para entendermos melhor a evangelização dos grupos urbanos, é necessário entender o que é contracultura e como ela influenciou e modificou a vida das pessoas nas últimas décadas.
Em termos gerais, “contracultura” significa cultura alternativa, a cultura marginal, cultura não-oficial. Podemos entender a contracultura, por um lado, como um conjunto de movimentos de contestação da juventude, um fenômeno datado e historicamente situado. Por outro lado, o termo pode se referir a uma postura de rebeldia e, como afirmou Luís Carlos Maciel (colaborador de diversos jornais “underground” nos anos 70), “um certo modo de contestação e enfrentamento da ordem vigente, de caráter profundamente radical e bastante estranho às formas mais tradicionais de oposição a esta mesma ordem dominante”.


ANOS 50 - O mundo ocidental estava eufórico com o fim da II Guerra Mundial. Ao mesmo tempo, celebrava-se o desenvolvimento tecnológico que alimentava cada vez mais o desejo consumista e motivava a afirmação do american way of life. Concomitantemente, porém, vivia-se sob a tensão da “guerra fria”, alimentada pela ameaça atômica entre os EUA e a União Soviética, e a perseguição a personagens da esquerda americana, o “macarthismo”.
Nesse contexto surgia uma nova geração de poetas, a beat generation, de um espírito contestador que rejeitava não somente os valores estabelecidos mas, basicamente, a estrutura de pensamento que prevalecia nas sociedades ocidentais. Assim, os beatniks criticavam o predomínio da racionalidade científica, tentando redefinir a realidade através do desenvolvimento de formas sensoriais de percepção. Esse pensamento antiintelectualista motivava a busca de experiências místicas através de filosofias orientais e de outras formas de consciência possibilitadas pelo uso de alucinógenos.
Pouco após o surgimento dos “beatniks”, surgem os hipsters, opondo-se aos square (os caretas, os quadrados), os conformistas bem ajustados ao sistema. Ao contrário dos beats boêmios e de certa forma românticos, os “hipsters” eram mais radicais em sua revolta contra as então modernas sociedades tecnocráticas. Assim, o “hipster” procurava se desligar da sociedade, existir sem raízes, empreender uma busca profunda de si mesmo. Uma das formas para se realizar isso, desafiando o desconhecido, era pela “delinqüência”.
Simultaneamente ao aparecimento dos “beatniks”, na década de 40 ainda. A década de 50 foi marcada, também, pelo surgimento do rock’n roll, aglutinando um público jovem que começava a fazer desse tipo de música a expressão de seu descontentamento e rebeldia, tornando inseparáveis a música (ou arte) e o comportamento. É a chamada “juventude transviada”, “com suas gangs, motocicletas e revolta contra os professores na sala de aula”, como lembra Carlos Alberto Pereira no livro “O que é contracultura”. O rock passaria a ser, então, a principal manifestação artística da contracultura e porta-voz da revolta, rebeldia e insatisfação.


ANOS 60 - “Flower power”, “paradise now”, “é proibido proibir”: estes foram alguns dos slogans mais repetidos pelos jovens nos anos 60. Em decorrência dos “beatniks” e dos “hipsters” surgiu o movimento Hippie, cuja maior filosofia era o binômio “paz e amor”. Apesar de muitos pontos em comum (insatisfação com o sistema etc), os “hippies” se diferiam dos “hipsters” pela alegria. Enquanto os “hipsters” eram deprimidos e céticos, os “hippies” eram alegres, festivos e utilizavam as flores como símbolo. Durante essa década eles fizeram passeatas, promoveram festivais onde rolava sexo livre e se celebrava o uso das drogas, protestaram contra a guerra do Vietnã e curtiram a música de Bob Dylan, Beatles, Joan Baez e muitos outros vistos como referencial e porta voz da juventude. A música jovem (especialmente o rock), perdeu a inocência das canções de Elvis Presley e passou a ser baluarte da contestação política (Dylan), contra a guerra do Vietnã (Joan Baez) e das seitas orientais e experienciação alucinógena (Beatles, Rolling Stones).


ANOS 70 - No início da década morrem três ícones da contracultura: Jimmy Hendrix, Janis Joplin e Jim Morrison. Em dezembro de 1970 John Lennon declara que "o sonho acabou". Era a declaração oficial do fim do movimento e do sonho “hippie” de uma sociedade constituída no "paz e amor":
Eu acordei para isso também. O sonho acabou. As coisas continuam como eram, com a diferença que eu estou com trinta anos e uma porção de gente usa cabelos compridos".

Na música "God", Lennon registra o “fim do sonho”:

“O sonho acabou/ o que é que eu posso dizer?/ o sonho acabou/ ontem, eu era um fabricante de sonhos/ mas agora eu nasci novamente/ eu era o Leão Marinho/ mas agora eu sou John/ e então meus amigos/ vocês têm de continuar/ o sonho acabou".

Separados os Beatles, John Lennon passa a posar como arauto da paz, com músicas filosóficas e fotografias com pombas brancas na cabeça.
É a redescoberta da macrobiótica, da yoga, hare krisna, candomblé (no Brasil), lutas marciais, sessões de psicanálise etc.

As bandas de heavy metal faziam saudações satânicas em seus shows e, nos discos, músicas incitando ao uso de drogas, ao suicídio. Mensagens subliminares eram colacadas nas gravações. Em l976, porém, explode em Londres o movimento Punk, com uma espécie de anti-música criticando os músicos de “heavy metal” que haviam se transformado em estrelas, ou seja, haviam se aderido ao sistema do "showbiz". Os “punks” eram contra as religiões, contra as instituições, contra a sociedade, num discurso predominantemente anarquista.

Em texto publicado na revista “Manchete” (29/5/82, número 1571), o jornalista Irineu Guimarães analisava, assim, a crise da juventude dos anos 70:

-”Decorrente da crise do petróleo, a crise econômica mundial permitiu, pela primeira vez na história recente, que os países desenvolvidos e em via de desenvolvimento percebessem que o futuro econômico não era mais uma marcha regular rumo à prosperidade e rumo a níveis de produção e consumo cada vez mais elevados. De um dia para o outro, a noção de "sociedade de opulência" foi substituída pelo conceito de "sociedade de penúria". Os sociólogos descobriram um novo dicionário, cujos vocábulos chave passariam a ser: desemprego, superqualificação profissional, inadequação entre educação e mercado de trabalho, ansiedade, atitude de defesa, pragmatismo e luta pela sobrevivência. A descoberta repentina de insegurança e de incerteza de participação no arquétipo clássico do ciclo produção consumo fez explodir, em poucos meses, os mitos e as contradições que viviam disfarçadamente nas velhas definições da mocidade. De noite para o dia, os jovens descobriram que eram enganados e que contribuíam, pela sua própria maneira de ser em grupo, para a continuidade desse engodo. Eles vivem numa sociedade que os venera porque celebra neles a aventura, o sonho, a possibilidade de aderir ao delírio e de, a ele aderindo, modificar a realidade. Mas essa veneração é mentirosa. Porque, de fato, eles não tem a menor chance de participar na elaboração das propostas desta sociedade, de colocar na raiz da instituição sua própria criatividade, de inventar ou conquistar um espaço suficiente para seu sonho”.

Diante desse quadro, entendemos porque o filósofo Herman Hesse, autor da frase "quem quiser nascer precisa destruir o mundo", era o preferido da juventude da época.

ANOS 80 - Nos anos 80 se acentuou na juventude o individualismo, o cada-um-por-si. O yuppie, o jovem bem vestido e financeiramente bem sucedido, passou a ser o modelo a ser atingido pela juventude. Diversos líderes da contracultura dos anos 60 se tornaram empresários de sucesso. A Aids surgiu e colocou na berlinda a tão proclamada liberdade sexual conquistada nos anos 60. O protesto se organizou em diversos grupos, as ONGs (Organizações não Governamentais), que lutaram por causas diversas: grupos de homossexuais, grupos de apoio e prevenção à Aids, grupos de defesa da ecologia. A propósito, a natureza foi não apenas defendida mas, mais que isso, admirada e idolatrada, levantada à posição de solução ante ao mundo industrializado, poluído e artificial. Ao mesmo tempo, recrudesceram movimentos de extrema direita, como o neonazismo. O esoterismo atingiu status e prestígio, saindo de seus esconderijos e camuflagens e assumindo novas formas divulgadas por artistas e políticos, com amplo espaço nos meios de comunicação. Cresceu o número de bandas de “heavy metal” declaradamente satanistas, é o black metal. A pregação da “nova era” se intensifica, anunciando a Era de Aquarius já cantada pelos "hippies". Causas comuns de solidariedade, envolvendo jovens de todo o mundo, foram vistas em questões como a fome na Etiópia e a libertação do líder negro sul-africano Nelson Mandela.


CONTRACULTURA CONTEMPORÂNEA



Os anos 90 vivem o caos das grandes concentrações urbanas. As metrópoles do mundo inteiro atraem multidões à procura de novas oportunidades. Essa massa migratória traz consigo, evidentemente, seus hábitos, sua cultura. A diferença é que, se no passado, como no caso dos Estados Unidos, os imigrantes se adaptavam à cultura do novo país, isso não mais ocorre. Ao contrário do que alguns cientistas políticos anunciavam, de que os meios de comunicação de massa acabariam por nivelar e igualar culturalmente as pessoas, os grupos étnicos e as chamadas minorias se fortaleceram na manutenção de suas peculariedades, de seus costumes, fazendo ressaltar nas grandes cidades a diversidade cultural, a diferença. A propósito, aí reside o conflito cultural dos dias atuais. O mundo descobriu que as pessoas são diferentes e não sabe lidar com isso. E o diferente não está mais distante numa tribo africana ou numa ilha distante do Pacífico; o diferente está morando na casa ao lado, disputa o mesmo emprego, entra no mesmo elevador.
Não existem mais grandes causas em comum que unam e mobizem jovens de diversas partes do mundo em forma de movimentos de protesto e contestação. A sociedade fragmentou-se. Talvez seja difícil as novas gerações entenderem mas, o termo "urbanidade", até os anos 50, era um elogio. O palavra "polidez", do mesmo modo, surgiu do substantivo "polis".
A atual onda xenófoba norte americana contrasta com as características cosmopolitas das grandes cidades do mundo.
A contracultura que antes tinha uma motivação, um slogan e um discurso político-ideológico, hoje, seculo XXI, se restringe a grupos que desejam apenas conquistar um grau de satisfação. Não somente os "rebeldes" e "transviados" mas, a própria sociedade contemporânea está-se organizando em torno de semelhanças culturais, de gostos sexuais, afinidades religiosas. O sociólogo francês Michel Maffesoli afirma que "em vez de se unirem em torno de um grande ideal democrático, as pessoas agora ficam juntas sem nenhuma afinidade, só pelo prazer, ligadas por valores muito próximos do cotidiano". (O Globo, 28.5.95)
As minorias se organizam na luta por seus direitos. As ONGs se multiplicam e se fortalecem. Cresce a onda do "politicamemte correto". Somente no Brasil, por exemplo, existem atualmente mais de 60 grupos de defesa e miliância dos direitos dos homossexuais.



Maffesoli explica que "as grandes utopias foram substituídas por pequenas liberdades intersticiais, não estamos mais à procura da grande liberdade longínqua e utópica, mas da pequena liberdade no cotidiano, nos interstícios sociais; existe a exploração capitalista mas as pessoas conseguem encontrar pequenos espaços de liberdade no cotidiano; é uma conquista sem palavras, uma liberdade de sobrevivência, mas, apesar das dificuldades sociais, morais e econômicas, as pessoas vivem".
As alternativas da “nova era” florescem e muitos jovens buscam respostas e soluções no ocultismo. A existência de fragmentos sociais transformou os grandes centros urbanos em verdadeiros universos, labirintos onde milhões de pessoas tentam achar sua saída. O homem "criou" suas próprias respostas, que vão do mais trágico humanismo -"tudo-ao-mesmo-tempo-agora"-, até o mais desesperador misticismo, onde o não racional e o engano ditam as regras.



IGREJA - Status Quo ou Alternativa ?


O cristianismo faz parte da humanidade há dois mil anos, mas sua mensagem foi revelada desde a queda do homem, registrada no livro de Gênesis.
Deus ama o mundo, o cosmo (Jo 3:16), e este cosmo-sistema engloba todos os homens e sociedades (Ap 5:9).
O evangelho de Cristo não é uma cultura; daí nao podemos impor os padrões da classe média ocidental como modelo do Reino de Deus. Na mentalidade tradicional evangélica, infelizmente são tidos como "salvos" apenas aqueles que se adaptam aos conceitos culturais e morais dos membros dos grupos religiosos. Errado também seria impor uma cultura diferente à sua ou um feldo religioso sobre os salvos.

Qual a resposta, então?

A palavra de Deus, a Bíblia, nos esclarece. Durante o ministério de Pedro, aprendemos sobre o respeito de Deus pelas culturas gentias, e o modo como ele interferiu no trabalho de Pedro que insistia em repudiar os não judeus. At.10:9-15,28,34,35.

Igrejas Racistas
Por incrível que pareça, enquanto vê-se o fim do apartheid na África do Sul, testemunha-se o acirramento da divergência racial nos Estados Unidos. A perplexidade maior, entretanto, é saber que é praticamente “normal” naquele país a existência de igrejas racistas. A gravidade desse racismo se comprova por fatos históricos recentes, como assassinatos de negros cometidos por adeptos da Ku Klus Klan, muitos deles membros e líderes de igrejas protestantes, após o culto dominical.
Muita violência foi e tem sido cometida “em nome de Deus”. Esse é um dos piores sintomas da perfeita adequação da igreja ao “status quo”, ao sistema estabelecido. Isso mostra como a questão da diversidade cultural não é bem assimilada. Adequando-se ao “sistema”, muitas comunidades cristãs limitam a grandeza do Evangelho às suas preferências sociais, raciais, culturais e interesses políticos, ao invés de se constituirem como uma alternativa de vida para povos, grupos ou indivíduos marginalizados, estigmatizados, rejeitados.

Os anos de inércia da igreja medieval, indubitavelmente mais “romana” que “católica” permitiram, por exemplo, que o Islamismo surgisse, florescesse e chegasse a diversos povos, os quais nunca haviam ouvido falar de Jesus e até hoje não conhecem a mensagem do Evangelho. Como consequência temos hoje a estatística de que uma religião que não professa o nome de Jesus é a que mais cresce no mundo!!!



A REVOLUÇÃO DE JESUS


Felizmente, milhões de pessoas no mundo, apesar das diferenças culturais, têm conhecido o amor de Jesus através de cristãos realmente compromissados com o Reino de Deus.
Apesar de ignorados pela história oficial, todos os séculos tiveram testemunho de cristãos piedosos tementes a Deus. Na história contemporânea não é diferente. Desde os anos 50, por exemplo, pessoas se dedicaram a proclamar o evangelho simples e puro, escoimado de preconceitos e preferências pessoais, à juventude desiludida à procura de novas respostas.
Larry Normam compunha rock e blues com mensagens cristãs e, através de seu trabalho. muitos jovens se converteram ao cristianismo no auge da revolução hippie que marcou os anos 60. A propósito, se os hippies procuravam a paz e o amor, certamente que não podiam deixar de receber o testemunho sobre a verdadeira paz e o verdadeiro amor vindos de JESUS.
Assim, muitos hippies se converteram e passaram a pregar o evangelho da mesma forma alegre e descontraída, com suas roupas e colares coloridos, através de sua música. A geração do “flower power” não podia mais associar o cristianismo a longos sermões, listas de obrigações e à retórica das religiões.
O novo “fenômeno” chamou atenção das igrejas e da imprensa mundial, recebendo o nome de Jesus Revolution”. O Reverendo Normam Vincent Peale fez, na época, a melhor e mais simples análise do surgimento do Jesus People. Em depoimento publicado na revista “O Cruzeiro” (22.11.72), Peale dizia:

-”De certa forma, os cristãos tradicionais são responsáveis pela “Revolução de Jesus”. Durante anos poucos estenderam a mão e assistiram a mocidade no momento em que se processava um vácuo espiritual. Todos os sinais estavam ali: insatisfação com materialismo e endinheiramento, impaciência com formas obsoletas de culto, anseio de auto-realização (buscado), primeiro, através da música rock, depois, sob várias espécies de misticismo e, finalmente, pelas drogas. Padres e pastores ficavam em seus gabinetes remexendo papéis, preocupados em construir templos e rever orçamentos. Outros até chegaram a providenciar programas de ação social bem intencionados, mas com dieta pobre para os espiritualmente famintos. Muitos olhavam para os jovens e não gostavam do que viam. ‘Afastem-se’, nós lhe dizíamos, ‘vão tomar um banho e cortar o cabelo; aceitem os nossos valores; voltem, então, e conversaremos’. E o que foi que aconteceu? Um milagre, de certo modo. Sem grande ajuda nossa, alguns desses jovens que procuravam nortear-se saíram tateando, tropeçando, e conquistaram o seu caminho, até encontrarem ALGUÉM tão majestoso, tão cheio de amor e transbordante de vida que encheu por completo o vazio de suas existências”.

Peale, nesse depoimento, dizia ainda que os cristãos “austeros e convencionais” tinham muito que aprender com a inflamação desses jovens, inclusive reaprender a vibrar com o encontro de CRISTO, “desenterrando-o do túmulo da história e de suas mentes”...
A mesma reportagem registrou, ainda, o depoimento do Cardeal gaúcho Dom Vicente Scherer, apontando “um aspecto positivo e promissor do ‘Jesus People’”: -”Parece um bom sinal que os próprios jovens, investindo com uma audácia que raia pela temeridade, quais novos bárbaros, contra ídolos influentes e erros dominantes, voltem seus olhos para Cristo em busca de rumos de autenticidade, de refúgio de de libertação”.

REZ - Naquela mesma época surgiu um grupo que, unido até hoje, é o melhor remanescente da “Revolução de Jesus”: a banda “Ressurection”, ou “Rez”. Os membros da “Rez Band” vivem em comunidade num bairro pobre da cidade de Chicago. A comunidade funciona como “um refúgio para pessoas machucadas à procura de vida; usuários de drogas tentando livrar-se dos velhos hábitos; homens e mulheres que tiveram uma experiência com Cristo na cadeia, foram libertados e agora precisam de um novo lugar que os ajude a permanecer no caminho de Deus; pessoas que desejam se libertar do homossexualismo; jovens cujos pais necessitam de assistência”. (Informativo “Cornnestone” l992). Para o pastor Glenn Kaiser, líder da igreja “Jesus People”, “uma comunidade não pode sobreviver se ela não se prestar a algo maior do que ela mesma, viver a serviço dos outros”.

COMUNIDADE S8 - Simultaneamente ao surgimento da “revolução” nos Estados Unidos, acontecia, no Brasil, movimentos cristãos voltados aos jovens envolvidos com a contracultura. Dentre eles, destacou-se o trabalho da Comunidade S 8, situada em Niterói, Rio de Janeiro. Seu fundador, pastor Geremias Matos Fontes (ex-governador do Estado do Rio), iniciou o trabalho na garagem de sua casa, no começo dos anos 70, onde reunia jovens cabeludos e drogados e pessoas com diversos outros problemas. O ministério se expandiu e até hoje acolhe e orienta pessoas marginalizadas, como homossexuais, dependentes químicos e portadores do vírus HIV. Uma das características marcantes da S 8 é a sua produção musical, com ritmos e poesias originais e peculiares, registrados em mais de cinco Lps ao longo desses 20 anos de atividades.



A RESPOSTA


JESUS CRISTO: a resposta de Deus para uma humanidade morta e falida. “Estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida, juntamente com Cristo - Pela graça sois salvos” (Ef.2:5).
Deus ama a cidade e tem um propósito para ela. Existem na Bíblia centenas de citações sobre cidades, como podemos ver, entre tantas, em Gn 22:15-17; Nm 35:1-8; Jz 4:11; Lc 2:1-7,11; At 8:4-8; Hb 12:22 e, finalmente, a Cidade de Deus, projetada e calculada por Ele, Ap 21:9-27. Quando entendemos qual a nossa expressão no Corpo de Cristo e qual a nossa função na história, aí realmente iremos “despertar”. Só há uma alternativa para nós: a igreja. Recebermos um despertamento vindo de Deus que nos acorde do sono da omissão (Ef 5:14-16).

Enquanto gritamos “maranata!”, enquanto fechamos nossos olhos e nos recusamos a olhar ao nosso redor, Satanás trabalha intensamente, deixando suas digitais na história e na cultura dos homens, além de um rastro milenar de destruição.
Entendemos que a Igreja de Cristo é a representante legal da graça de Deus. Não podemos adulterar o nosso “produto” e nem fracassar no nosso papel. Precisamos entender os conceitos urbanos de “tribos”, para poder alcançá-las; além disso, devemos estar atentos à realidade dos diferentes grupos étnicos que convivem nas metrópoles. Não podemos continuar omissos e indiferentes em face a uma turbulenta virada de século. Precisamos analisar se o nosso pensamento evangélico está alicerçado na “Palavra da Vida” ou na cultura européia do século XIX, trazida pelos primeiros missionários.

Precisamos ser sinceros com a nossa geração. Respostas etéreas e chavões religiosos não satisfazem as necessidades e não respondem os questionamentos da humanidade do final do século XX.
Cremos no potente amor de DEUS por todos os homens e na veracidade de sua palavra que nos “limpa” de todo erro e engano.

“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!” (Jo 8:32)





Elaborado por Fábio Ramos de Carvalho e Geraldo Luiz da Silva (out/95).
A reprodução ou transcrição do texto é permitida desde que devidamente citada a fonte.

Maiores informações ou contatos: CAVERNA DE ADULÃO
Caixa Postal 1512 - BH/MG
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O que é igreja?

Esse vídeo tem causado uma certa polêmica, sei que o "mundo" não sabe o verdadeiro sentido do que é igreja, esse não é propósito desse video, tudo o que comentaram em meu blog a respeito desse video eu concordo, não precisam serem arrogantes. Eu não quiz ser quando postei esse video. O propósito dele é mostrar que dentro de nossa igreja existe preconceitos, e por isso muitas vezes as pessoas nos criticam tanto. Sei que Jesus ama o pecador e não aceita o pecado, mas o perdoa. Precisamos mostrar para o mundo que a igreja é um grande hospital, não um púlpito cheio de regras humanas. Precisamos viver as doutrinas do evangelho, que Jesus pregou, não o que o homem inventou.

Precisamos mudar! Só oro para que Deus tenha misericórdia de nós.

Movimento: Jesus ama a todos!


O verdadeiro sentido de João 3:16:
Porque Deus amou os homossexuais, os heterossexuais, os estrupadores, as prostitutas, os políticos, os pegadores, as patricinhas, os ladrões, os assassinos, os "normais", toda a humanidade , de tal maneira que deu o seu filho unigênito, para todo o que nele crê não pereça mas tenha a vida eterna."
Vamos dar fim ao preconceito! E amar como Jesus amou!

Isso num tem nadavê!





Quem nunca ouviu falar dos anjos, Gabriel, Rafael, Miguel e até mesmo Lúcifer? Pois é! Os anjos estão bem mais presentes em nossas vidas que imaginamos. Eles não são aqueles menininhos loiros, dos cabelos cacheados e olhos azuis com harpas e asinhas voando de nuvem em nuvem cantando e dançando... Cara isso não existe! A bíblia retrata os anjos como guerreiros do Senhor, enviados por Deus para nos auxiliar em questões que, só com nossas forças, nunca conseguiríamos. Bom, tudo isso é quando no referimos aos Anjos do Senhor, e quanto aos “anjos do mal”, também conhecidos como demônios? Um assunto muito pouco tratado no meio evangélico nos dias de hoje.

Esses “anjos do mal” são enviados para nos tirar o foco – pecar! Muitas vezes eles vêm de forma sutil; onde nunca imaginaríamos e quando nunca pensaríamos, ali estão eles, nos influenciando. Eles podem receber o nome de Principados, Potestades, Demônios e etc.
Há algum tempo houve-se falar em um “novo” demônio que muitos nem notam sua influência – imagino que até muitos de vocês o conhecem. Ele pode ser chamado de Num Tem Nadavê...

Quem nunca se pegou numa dúvida do tipo, faço ou não faço sexo com a minha namorada? Bebo ou não bebo? Vejo essa revista ou não? Masturbação? Ah! Isso Num Tem Nadavê!

Quantos lares não têm sido destruídos por essa frase? Quantas meninas não abortam? Quantos rapazes não são vítimas da sociedade? “é só uma transa, num tem nadavê!”

Essa é uma das principais formas do inimigo das nossas almas atacar os jovens de hoje em dia. De forma discreta ele te faz um escravo da pornografia, rouba seus sonhos, mata seu futuro e só te faz lembrar do passado.

Mas nem tudo está perdido! A bíblia diz que Ele (Jesus) levou sobre si todas as nossas doenças e enfermidades, isso inclui todos esses nossos deslizes.

Falo essas coisas porque estou prestes a casar e sei como é difícil ter que esperar, e ainda mais por ser jovem – esses hormônios... parece que não dão uma trégua!

Verdade deve ser dita, dói matar a carne, dói fazer a vontade de Deus. Mas é muito gratificante você saber que Ele olha la de cima e fala pra quem quiser ouvir: “Ta vendo esse meu filho? Ele não é perfeito, mas procura ser melhor a cada dia”.

Não deixe ser influenciado por essa frase não... cara, tem tudo haver!

Sexo antes do casamento? Pra que por a perder algo que Deus fez como uma benção para o casamento, demonstração de amor entre duas pessoas, só por alguns minutos de prazer carregados de culpa?

Pornografia? Ver alguém sem roupa? Sai dessa! Logo logo você casa e não vai mais precisar disso!

Masturbação? Pensa que está se dando bem? Se enganou, ta usando a sua mão! “

Jovens, vos escolhi porque sois fortes!” Vamos mostrar para esse mundo que somos fortes, dizendo: Esse mundo num tem nadavê é comigo! Estou aqui de passagem! Cristo em nós, a esperança da Glória!

Sede Santos porque Ele é Santo! Post do site: http://sexxxchurch.com/

Para onde estamos indo?


Quantas palavras temos ouvido a respeito desta geração, existe enúmeras promessas para nós jovens, será que estamos cumprindo o que Deus tem para nós? Saiba que o diabo de alguma forma está abortando muitos jovens de seus propósitos em Deus e de seus chamados. Você sabe quais são as formas de o diabo abortar jovens desta geração?
Através das drogas, da prostituição, da desobediência aos pais, mídia e dentre muitas outras formas. A pergunta é "Para onde estamos indo"?
Sabemos o quanto é difícil viver em santidade nesses dias, mas não é impossivel, temos que ter a convicção que viver em santidade não é ruim, deixar de fazer sexo, de beber, de fumar maconha, de se expor a pornografia é a melhor decisão. Á alguns anos deixei de fumar maconha, de me prostituir, de ser um mentiroso, Deus colocou um propósito em meu coração, de ir as nações, Ele quer me usar, mas preciso estar limpo e totalmente entregue a Ele, e é isto que cada um de nós precisamos fazer, Deus está me quebrando todo, está duendo muito mas vale a pena, Ele me quebra hoje para fazer um vaso de barro muito forte amanhã.
O que quero passar é o seguinte, corra! Corra para cruz, se você não consegue parar de ficar com aquela garota, de assistir filmes pornográficos e se mastubar( Muitos tem medo de falar desse assunto, mas é a maior realidade que os jovens vivem hoje, especialmente cristãos), de beber ou de se drogar... Corra para cruz ela sim, te fará limpo.
Temos que pegar e receber tudo o que Deus tem falado a respeito desta geração e cumprir, pois Deus nos escolheu, esse é o maior propósito. Ficar limpo é preciso, para que não possamos ser abortados! Precisamos ir de encontro com Deus, para depois irmos de encontro com a sociedade, levar a verdade, resplandecer santidade, ser radicais para com o sistema secular, para que haja um revolução no pensar e no agir, ou seja viver uma ideologia de um novo sistema! Esse é o caminho, creia nisso e seja forte.

O estímulo social à pedofilia.


As crianças podem ser estimuladas sexualmente quando, involuntariamente, assimilam de modo subliminar os conceitos e valores advindos da liberação sexual. A estimulação vem de propagandas e marketing de produtos que são associados a imagens sensuais e sexuais observadas através de filmes, outdoors, periódicos, teatros e até mesmo nos programas e propagandas envolvendo crianças e adolescentes, além das manifestações culturais produzidas especialmente para elas.

No calendário cultural do país, já foram incluídas diversas manifestações populares que incluem naturalmente cenas sensuais, de simulação de sexo (explícito ou não) sem censura, nas quais participam crianças e adolescentes. São imagens advindas da música, da poesia, das artes plásticas, até do Carnaval e das passeatas gays.

Tais manifestações 'culturais' podem ser assistidas abertamente e, além da livre manifestação sexual dos participantes, as imagens têm divulgação muitas vezes simultânea pela mídia. Em uma observação mais detalhada, poderíamos, então, afirmar que há na sociedade uma forma de aceitação da pornografia ao vivo. O modo como periódicos, revistas e mesmo livros escolares abordam as imagens de pessoas nuas ou semi-nuas e a exposição dessas imagens nas bancas de jornais, sem controle do conteúdo, também chega a ser abusiva, mesmo porque é um comércio realizado inclusive junto a escolas. As crianças e adolescentes levados a assimilarem esses comportamentos como normais também podem assimilar que esta é a maneira adequada de se comportarem no contato físico na relação abusiva.

Também não se pode deixar de citar o incentivo fornecido pelo próprio Estado quando este distribui cartilhas “educativas” a crianças e adolescentes nas escolas, orientando-as quanto ao comércio do sexo, e ao defender a inclusão pelo Ministério do Trabalho da prostituição como categoria profissional.

Esses estímulos criam uma certa passividade social e cultural com relação às mais diversas formas de abusos, sem mesmo que se tenha a consciência de os estar sofrendo ou praticando, ainda que de forma sutil. Certamente, autores de abusos aproveitam tal passividade para se estimularem sexualmente, estimulando também possíveis futuras vítimas.

O Art. 227 da CF/88 declara que todos somos considerados responsáveis por colocar as crianças e os adolescentes a salvo de formas de exploração, violência e crueldade contra a eles, e o ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente - coloca como dever de todos (família, sociedade, poder público) denunciar, inclusive suspeitas de abusos sexuais, ao Conselho Tutelar e ao Ministério Público. Porém, denunciar por si só não se tem apresentado eficaz para conter o abuso sexual propriamente dito, o que URGE é a realização de um trabalho de conscientização do que fora aqui exposto a pessoas físicas e jurídicas, grupos sociais, à sociedade como um todo, envolvendo as autoridades e o poder público em geral na prevenção de abusos sexuais, pois todos nós estamos implicados em tal situação, somos responsáveis por denunciá-la e tratá-la, além de agir preventivamente para não sermos minimamente coniventes e co-autores de abusos sexuais praticados contra nossas crianças e adolescentes.


Qualquer que recebe uma criança em meu nome, a mim me recebe... e quem fizer tropeçar a um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse afogado na profundeza do mar...” (Mateus, 18:5-6) Rozangêla Justino.

Afinal de contas, homossexualismo é doença?


Embora o CFP alegue que a homossexualidade não possa ser avaliada como doença, isto não impede à OMS-Organização Mundial de Saúde dar respaldo para os profissionais tratarem de pessoas que vivenciam a homossexualidade, especificamente nos denominados F64 - Transtornos de identidade sexual e F66 - Transtornos psicológicos e de comportamento associados ao desenvolvimento e orientação sexuais.

O acometido por qualquer destes transtornos pode procurar tratamento para alterá-los, garantidos pela OMS através da sua publicação oficial: CID 10. Só mudou a nomenclatura, pois sendo transtorno ou doença a pessoa que deseja mudar tem o direito de procurar tratamento profissional.

Da mesma forma, as igrejas e os ministérios de apoio podem oferecer apoio e compreensão para as pessoas efetivarem as mudanças que desejarem sem serem discriminadas por isso. Além do mais, as teorias psicológicas declaram ser a homossexualidade um comportamento aprendido, uma imaturidade no desenvolvimento psicossexual e a psicanálise considera a homossexualidade uma perversão.

O Escritor Claudemiro Soares, autor do livro: HOMOSSEXUALIDADE MASCULINA – escolha ou destino? Aborda a atração pelo mesmo sexo e as várias teorias psicológicas, abordagens terapêuticas e científicas que respaldam a saída da homossexualidade. Esta é uma leitura obrigatória para profissionais da área de psicologia, psiquiatria, pastores, sacerdotes e qualquer interessado. No entanto, a teoria desenvolvida pelos teóricos e teóricas do movimento pró-homossexualismo é a teoria da desconstrução social, também denominada ‘queer’. Esta teoria se propõe a minar todos os conceitos e valores sociais, destruir o cristianismo, retirar o alicerce do ser humano e se divertir com o seu movimento destruidor do ser humano e da família, conforme leitura de vários teóricos do movimento ‘queer’.

Os profissionais da psicologia estão sendo obrigados a abandonar as teorias e técnicas anteriores e seguir a teoria ‘queer’ que vem sendo usada na política, economia, educação, saúde, em todas as áreas. A justificativa para destruir o Cristianismo, é o entendimento de que uma vez tendo Deus criado homens e mulheres para viverem a heterossexualidade e o que eles chamam de “normatividade heterossexual compulsória”, esta deve ser condenada por ser responsável pela homofobia. Com isso fazem de tudo para derrubar a heterossexualidade e os que defendem a heterossexualidade – daí a perseguição aos cristãos.

Teóricos ‘queer’ declaram que o diabo é ‘queer’ e isto significa que estamos diante de uma guerra espiritual, daí a norma do Conselho de Psicologia ter sido criada para perseguir os psicólogos que professam a fé cristã. Antes de tudo, esta é uma perseguição ao cristianismo. Temos estudado este movimento social e verificado também que ele está a serviço de políticas com finalidades econômicas advindas da ONU. Portanto, só conseguiremos mudanças se tivermos uma efetiva atuação espiritual e política. Os Projetos de Leis da homofobia só não foram aprovados ainda devido à manifestação do povo de Deus com orações e manifestos junto ao Senado Federal e à Câmara dos Deputados Federais. Rozangela Justino- www.abraceh.org.br

7 de junho, dia de oração pela igreja perseguida.


Fique por dentro:
Na Índia, depois de receber falsas acusações de suborno, um pastor de 70 anos foi preso e torturado pela polícia.
Emilse Maria Del Carmen e seu marido Jose Rodriguez, líderes de uma igreja Assembleia de Deus na região de Arauca, Colômbia, foram assassinados em sua própria casa. Eles deixaram três filhos pequenos, que estão sob os cuidados da avó. Também na Colômbia, somente nos meses de março e abril, três cristãos foram mortos e diversos pastores ameaçados de morte. Enquanto isso, o temor em relação às guerrilhas continua.
No Egito, muitos muçulmanos estão usando a gripe suína como pretexto para perseguir os cristãos coptas. A criação de porcos é a fonte de sustento para esses cristãos, portanto, o extermínio desses animais pode afetar a vida dos coptas.
No Peru, o coronel David de Vinatea foi demitido de seu emprego de professor porque os pais dos alunos descobriram que ele havia sido preso.
Na Indonésia, um casal de cristãos foi assassinado em sua própria casa, e os culpados não foram identificados. Isso só reafirma a constante violência contra cristãos na ilha Sulawesi.
Em uma campanha a favor do Talibã, dois cristãos foram mortos por se oporem às manifestações e ataques do grupo de militantes. Casas foram invadidas, igrejas foram pichadas e muitas pessoas ficaram feridas no Paquistão. Não se sabe quem está por trás do ataque.
A igreja perseguida é mais que uma realidade em nossos dias, nesse dia 7, faça uma campanha de oração em sua igreja, nesse mesmo dia estará acontecendo um movimento global de oração, não fique fora dessa!

Poesia no caos.




Nas ruas um maluco acende o baseado
Enquanto prende, acha um barato
A prostituta vende seu corpo
Com a esperança de encher seu bolso
O travesti espera na esquina
O que mais o contagia
O hippie vende pulseiras
Para sustentar sua vida sem fronteiras
O punk procura seu espaço
Numa casa de show ao lado
O mendigo vive sua rotina sem graça
De sonhar com pão e dormir na calçada
Um menino cheira cola
Para mandar a fome embora
Seja de noite ou de dia
Existem pessoas sem vida
E o que vamos fazer?
Nascer, crescer e morrer?
A poesia no caos é Jesus
E Nele podemos ser a luz
Para esta geração emergente
Que precisa conhece-lo imediatamente
Decidiremos andar na contramão
Para mostrar a verdadeira salvação
Música, teatro e artes circense
Mostrará uma nova vida para esta geração emergente
Este será nosso paradigma
Missões urbanas como rotina
E o que se ouvirá?
Nas ruas você descobrirá!